Bugatti Veyron – A Besta

quinta-feira, setembro 18th, 2008

O desenvolvimento deste veículo começou com o carro EB 18/4 “Veyron” (1999) que teve um chassi baseado no Bugatti 18/3 Chiron. Introduzido no “Tokyo Motor Show”, era similar no projeto e na aparência ao carro final da produção de Veyron.

Uma grande diferença era que o EB 18/4’s tinha um motor W18 com os três grupos de seis cilindros. O principal designer do Veyron era Hartmut Warkuss e a carroceria foi projetada por Jozef Kabaň da Volkswagen.

O desenvolvimento continuou ao longo de 2001 e o EB 16/4 Veyron foi promovido “ao status de projeto avançado”. No fim de 2001, Bugatti anunciou o carro, tendo o nome oficialmente de “Bugatti Veyron 16.4”, e que entraria em produção em 2003.

O carro, entretanto, teve problemas significativos durante o desenvolvimento. Para conseguir a estabilidade em alta velocidade era uma terefa muito difícil – um protótipo foi destruído em uma batida e outro rodou e saiu para fora da pista durante uma demonstração pública no evento de “Monterey Historics” no evento da “Mazda Historics” em Laguna Seca. A produção do Veyron ficou suspensa até a resolução destes e outros problemas.

Quando o presidente do grupo de Volkswagen foi substituído por Bernd Pischetsrieder. O novo presidente designou que o Veyron voltasse à mesa de projecto para novas revisões. O presidente da Bugatti foi substituído por Thomas Bscher em dezembro 2003, e modificações substanciais foram feitas ao Veyron sob a orientação do ex-engenheiro da VW, Wolfgang Schreiber.

Recorde de velocidade

No dia 19 de maio de 2005, o Bugatti Veyron quebrou o recorde de velocidade para carros produzidos em linha com 407,92 km/h, superando o Koenigsegg Ccr que alcança 395 km/h. No dia 14 de setembro de 2007 o Ultimate Aero Twin Turbo, da Shelby Super Cars (SSC) estabeleceu novo recorde, com 411,76 km/h na média de duas passagens (413,83 km/h na primeira e 409,71 km/h na segunda).

A 400 km/h, em que cerca de 111 metros são percorridos em 1 segundo, o volante trabalha sem qualquer assistência; o motor está se aproximando de 6500 rpm em sétima marcha e a pressão dos pneus sobe de 3 para 3,5 bar em 15 segundos. “Aumentar a velocidade máxima em 1 km/h iria requerer 7 cavalos nesse ponto”, afirma Wolfgang Schreiber, diretor técnico da engenharia da Bugatti.

Para chegar aos 400, o motorista gira a chamada “chave de velocidade”, comando localizado entre o assento e a soleira. No módulo “velocidade”, a asa traseira e o spoiler sobre ela se retraem quase por completo, os painéis do difusor dianteiro se fecham, a altura de rodagem cai para 65 milímetros na frente e 70 atrás e o coeficiente Cx diminui de 0,37 para 0,36. Nessa configuração, a resistência de arrasto está no seu mínimo absoluto – mas a pressão gravitacional também.

Na frente não há qualquer elevação e na traseira há meros 40 quilos sobre a asa. No módulo “dirigibilidade”, que vale para até 376 km/h, os números correspondentes são 150 quilos no eixo dianteiro e 200 no eixo traseiro.

O Veyron vai da imobilidade a 100 km/h em 2,5 segundos. Ele atinge 200 km/h em 7,3 segundos e leva 17,5 segundos para ir de zero a 301 km/h, e para chegar aos 320 km/h ele faz em 32,7 segundos.

O motor

Seu motor 8.0 de 16 cilindros em W é sobrealimentado por quatro turbinas e conta com quatro comandos de válvulas variáveis. Ao todo, são 64 válvulas, sendo 4 por cilindro. Toda essa usina de força é instalada na parte central do carro, bem atrás do banco do motorista.

Ela gera algo em torno dos 3000 cv de potência, mas apenas 1000 são distribuídos pelas quatro rodas. 1000 cvs são tragados pelo sistema de refrigeração e 1000 evaporam pelo aparato de exaustão. Toda essa sofisticação traduz-se em 1001 cavalos de potência e o monumental torque de 127,1 Mkgf, atingidos entre 2.200 RPM e 5.500 RPM.

O desempenho inacreditável é digno de um verdadeiro dragster. Segundo a Bugatti, o EB 16-4 acelera de 0 a 300 km/h em apenas 16,5 segundos e foi homologado como tendo atingido 406,7 km/h. Também destacam-se as impressionantes rodas, que juntas são avaliadas em 50 000 euros, são cromadas e de 20 polegadas, montadas em pneus 265/30R 20 na frente e 365/30R 20 atrás.

Preço

O Bugatti Veyron custa cerca de 1 milhão de euros,com isso foi considerado o carro mais caro, produzido em uma linha de montagem. E só para ter o direito de fazer a encomenda, o futuro proprietário deverá desembolsar a quantia aproximada de 300.000 euros, cerca de R$ 1 milhão de reais. Desde o início, o carro foi projetado para unir o futuro à tradição da companhia. O detalhe bicolor foi especialmente escolhido para dar um toque de esportividade ao Veyron.

O interior é um mundo à parte e proporciona ambiente luxuoso, com direito a couro Alcântara, e esportivo ao mesmo tempo, além de priorizar a qualidade do sistema de som. Até agora foram produzidos 11 unidades. O ritmo de fabricação deve estacionar em 50 pedidos anuais, não chegando a 300 exemplares no total.

Chevrolet Meriva ganha opção de motor 1.4 Econo.Flex

segunda-feira, setembro 15th, 2008

Neste mês de setembro chega ao mercado o Chevrolet Meriva 1.4 Econo.Flex, uma versão mais barata e popular da minivan da Chevrolet.  A Chevrolet tenta repetir o sucesso conquistado pelos Corsa e picape Montana equipados pelo mesmo motor, que tem como características o baixo consumo de combustível.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da General Motors do Brasil destaca:  “Este projeto surgiu da criatividade dos engenheiros e designers brasileiros e o Chevrolet Meriva tornou-se um sucesso global. Agora, com as novidades implementadas na linha 2009 no Brasil, o modelo chega ainda mais próximo das expectativas dos consumidores, que querem um veículo potente, versátil, prático e com excelente relação custo-benefício”.

O motor 1.4 Econo.Flex vai estar disponível nas versões Joy e Maxx, ambos com cambio manual 5 marchas.  O motor tem uma potência de 105 cv a 6.000 rpm, com álcool e a versão gasolina tem 99 cv a 6.000 rpm.  Segundo a montadora trata-se do motor 1.4 litro mais potente do mercado brasileiro, com potência equivalente a de motores maiores, como os de 1.6 litro.  O Meriva 1.4 Econo.Flex alcança a velocidade máxima de 173 km/h (álcool) e 165 km/h (gasolina), e acelera de 0 a 100 km/h em 13,1 segundos (álcool) e 13,9 segundos (gasolina).

É muita clara a estratégia de marketing da Chevrolet que é infiltrar uma versão popular da Meriva no mercado de classe média, porém a um preço que gira em torno de 45 mil reais eu acredito que seja um preço muito alto para um carro 1.4, sendo que por 3 mil a mais você pode optar por uma versão 1.8.

Mudanças no visual

De acordo com a fábrica a Meriva vem com um novo visual externo, porém na pratica são algumas pequenas mudanças na grade, mantendo o logo dourado, de gosto muito duvidoso.  Outras mudanças são as lanternas traseiras que ganharam lentes mais escuras e uma barra cromada que fica abaixo da tampa do porta-malas.

É lógico que a Meriva tem algumas vantagens como o espaço interno confortável para uma família o que continua a agradar as pessoas que procuram este tipo de carro, porém eu acredito que os consumidores brasileiros ainda procuram opções que sejam melhores e mais baratas.

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